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NUNO JUDICE (Mexilhoeira Grande, 1949) é um ensaísta, poeta, ficcionista e professor universitário português.

Licenciou-se em Filologia Românica pela Universidade de Lisboa e obteve o grau de Doutor pela Universidade Nova, onde é Professor Catedrático, apresentando, em 1989, uma dissertação sobre Literatura Medieval. Conselheiro Cultural da Embaixada de Portugal e Director do Instituto Camões em Paris, publicou antologias, edições de crítica literária, estudos sobre Teoria da Literatura e Literatura Portuguesa e mantém uma colaboração regular na imprensa. Divulgador da literatura portuguesa do século XX, lançou, em 1993, Voyage dans uns siècle de Littératura Portuguaise. Organizou a Semana Europeia da Poesia, no âmbito da Lisboa '94 - Capital Europeia da Cultura.

Poeta e ficcionista, a sua estreia literária deu-se com A Noção de Poema (1972). Em 1985 receberia o Prémio Pen Clube, o Prémio D. Dinis da Casa de Mateus, em 1990. Em 1994 a Associação Portuguesa de Escritores, distinguiu-o pela publicação de Meditação sobre Ruínas, finalista do Prémio Europeu de Literatura Aristeion. Assinou ainda obras para teatro e traduziu autores como Corneille e Emily Dickinson.

Foi Director da revista literária Tabacaria, editada pela Casa Fernando Pessoa e Comissário para a área da Literatura da representação portuguesa à 49ª Feira do Livro de Frankfurt. Tem obras traduzidas em Espanha, Itália, Venezuela, Inglaterra e França.

Bibliografia

Poesia
A Noção de Poema (1972)
O Pavão Sonoro (1972)
Crítica Doméstica dos Paralelepípedos (1973)
As Inumeráveis Águas (1974)
O Mecanismo Romântico da Fragmentação (1975)
Nos Braços da Exígua Luz (1976)
O Corte na Ênfase (1978)
O Voo de Igitur num Copo de Dados (1981)
A Partilha Dos Mitos (1982)
Lira de Líquen - Prémio de Poesia do Pen Clube (1985)
A Condescendência do Ser (1988)
Enumeração de Sombras (1988)
As Regras da Perspectiva - Prémio D. Dinis (1990)
Uma Sequência de Outubro - Comissariado para a Europália (1991)
Obra Poética 1972-1985 (1991)
Um Canto na Espessura do Tempo (1992)
Meditação sobre Ruínas - Prémio da APE (1995)
O Movimento do Mundo (1996)
Poemas em Voz Alta - com CD de poemas ditos por Natália Luiza (1996)
A Fonte da Vida (1997)
Raptos (1998)
Teoria Geral do Sentimento (1999)
Poesia Reunida 1997-2000 (2001)
Pedro lembrando Inês (2002)
Cartografia de Emoções (2002)
O Estado dos Campos (2003)
Geometria variável (2005)
As coisas mais simples (2006)

Ficção
Última Palavra: «Sim» (1977)
Plâncton (1981)
A Manta Religiosa (1982)
O Tesouro da Rainha de Sabá - Conto Pós-Moderno (1984)
Adágio (1984)
A Roseira de Espinho (1994)
A Mulher Escarlate, Brevíssima (1997)
Vésperas de Sombra (1998)
Por Todos os Séculos (1999)
A Árvore dos Milagres (2000)
A Ideia do Amor e Outros contos (2003)
O anjo da tempestade (2004)

Ensaio
A Era de «Orpheu» (1986)
O Espaço do Conto no Texto Medieval (1991)
O Processo Poético (1992)
Portugal, Língua e Cultura - Comissariado para a Exposição de Sevilha (1992)
Voyage dans un Siècle de Littérature Portugaise (1993)
Viagem por um século de literatura portuguesa (1997)
As Máscaras do Poema (1998)
B.I. do Capuchinho Vermelho (2003)
A viagem das palavras: estudo sobre poesia (2005)
A certidão das histórias (2006)

Teatro
Antero - Vila do Conde (1979)
Flores de Estufa (1993)

Edições críticas e antologias
Novela Despropositada de Frei Simão António de Santa Catarina, o Torto de Belém (1977)
'Poesia de Guerra Junqueiro (1981)
Sonetos de Antero de Quental (1992)
Poesia Futurista Portuguesa, Faro 1916-1917 (1993)
Cancioneiro de D. Dinis (1998)
Infortúnios trágicos da Constante Florinda, de Gaspar Pires de Rebelo (2005)

Referências
Gonçalves, Ilena Luís Candeias. Escritores Portugueses do Algarve. Edições Colibri, Lisboa, 2006.


Photo
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*Bougainvillea spectabilis, Bougainvillea glabra' *

De origem brasileira, a primavera (Bougainvillea spectabilis, Bougainvillea glabra) - também conhecida como buganvília, ceboleiro, três-marias ou flor-de-papel - é uma espécie rústica, que exige poucos cuidados. Seu nome foi dado em homenagem ao francês Louis Antoine Bougainville, que a descobriu em nosso país, por volta de 1790, e a levou para a Europa, onde ela se tornou famosa e se difundiu para o resto do mundo. As belas e coloridas "flores" da primavera não são exatamente as flores da planta: são brácteas (folhas modificadas) que envolvem as verdadeiras, e relativamente insignificantes, flores amareladas. O conjunto resulta numa aparência exótica, encontrada nas cores branca, rosa, vermelho intenso ou laranja.

Por ser uma espécie muito hibridada, já se obteve brácteas com dezenas de formas e cores, inclusive bicolores - e também a forma variegada. Quando adulto esse arbusto escandente e espinhento pode atingir de 5 a 10 metros de comprimento. A primavera é uma planta muito rústica, que necessita de poucos cuidados e se adapta a diversos tipos de clima; sendo, inclusive, bastante resistente a mudanças bruscas de temperatura. É certo, porém, que os coloridos mais vibrantes e intensos desta planta são encontrados em locais de clima quente e úmido.

Fonte: http://www.jardimdeflores.com.br/floresefolhas/A20primavera.htm

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