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Alberto
Caieiro - É considerado
o mestre dos heterônimos de Fernando Pessoa, apesar de
sua pouca instrução. Poeta complexo e enigmático,
ligado à natureza, despreza e repreende qualquer tipo
de pensamento filosófico, afirmando que pensar retira
a visão, não o permite ver o mundo tal qual ele
lhe foi apresentado: simples e belo. Afirma que ao pensar, entra
num mundo complexo e problemático, onde tudo é
incerto e obscuro.
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Édouard
Manet
(Paris, 23 de janeiro de 1832, Paris — 30 de abril de
1883, Paris) foi um pintor e artista gráfico francês
e uma das figuras mais importantes da arte do século
XIX.
Os
gostos de Manet não vão para os tons fortes utilizados
na nova estética impressionista. Prefere os jogos de
luz e de sombra, restituindo ao nu a sua crueza e a sua verdade,
muito diferente dos nus adocicados da época. O trabalhado
das texturas é apenas sugerido, as formas, simplificadas.
Os temas deixaram de ser impessoais ou alegóricos, passando
a traduzir a vida da época, e, em certos quadros, seguiam
a estética naturalista de Zola e Maupassant.
Manet
era criticado não apenas pelos temas, mas também
por sua técnica, que escapava às convenções
acadêmicas. Freqüentemente inspirado pelos mestres
clássicos e em particular pelos espanhóis do Século
de Ouro, Manet influenciou, entretanto, certos precursores do
impressionismo, em virtude da pureza de sua abordagem. A esta
sua liberação das associações literárias
tradicionais, cômicas ou moralistas, com a pintura, deve
o fato de ser considerado um dos fundadores da arte moderna.
Suas principais obras foram: Almoço na relva ou Almoço
no Campo, Olímpia, A sacada, O tocador de pífaro
e A execução de Maximiliano.
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