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15 - Melhor Destino

 
*Ode, em grego significa canto.

Ode é uma composição poética que surgiu na Grécia Antiga, e era cantada e acompanhada pela lira.

Ela se divide em estrofes semelhantes entre si, tanto pelo número como pela medida dos versos, geralmente de quatro versos ou dividida em três partes recorrentes quando coral. Os poetas gregos Alceu, Safo e Anacreonte escreveram odes.

Já em Roma, onde era chamada mais comumente de carmem, teve cultores como Catulo e Horácio. No século XIX teve vasta produção na Itália, com Gabrielle D'Annuzzio; na França, com Victor Hugo; na Espanha, com Manuel José Quintana entre outros.

No dicionário Houaiss da língua portuguesa temos:

-entre os antigos gregos, poema lírico destinado ao canto.
-poema lírico composto de estrofes de versa igual, sempre de tom alegre e entusiástico
-Poema lírico de forma complexa e variável, a ode caracteriza-se pelo tom elevado e sublime com que trata determinado assunto.

As literaturas ocidentais modernas aproveitaram sobretudo, do ponto de vista da forma, a ode composta por três unidades estróficas, correspondentes, no desenvolvimento da idéia do poema, à estrofe, à antístrofe (cantada pelo coro, originalmente) e ao epodo (conclusão do poema). A ode comportava uma série de esquemas métricos e rítmicos, de acordo com os quais era classificada.

Na música, as odes modernas são compostas mais para solistas e coro orquestra. Foi empregada por autores como Haendel, Henry Purcell e Beethoven, que utilizou a Ode à alegria, texto de Schiller, na sua 9° Sinfonia. Também na literatura portuguesa houve escritores e poetas que aderiram a esta forma de escrita tais como Camões, Correia Garção, Cruz e Silva, Fernando pessoa e, actualmente, Miguel Torga.

*Parcas

Em Roma, as Parcas (equivalentes às Moiras na mitologia grega) eram três deusas: Nona (Cloto), Décima (Láquesis) e Morta(Átropos).

Determinavam o curso da vida humana, decidindo questões como vida e morte, de maneira que nem Júpiter (Zeus) podia contestar suas decisões. Nona tecia o fio da vida, Décima cuidava de sua extensão e caminho, Morta cortava o fio. Eram também designadas fates, daí o termo em ingles "fate"(destino) é interessante notar que em Roma se tinha a estrutura de calendário solar para os anos, e lunar para os atuais meses. A gravidez humana é de nove luas, não nove meses; portanto Nona tece o fio da vida no útero materno, até a nona lua; Décima representa o nascimento efetivo, o corte do cordão umbilical, o início da vida terrena, o individuo definido, a décima lua. Morta é a outra extremidade, o fim da vida terrena, que pode ocorrer a qualquer momento.

(Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre)


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